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terça-feira, 15 de maio de 2018

10 animais com habilidades incríveis


Não estamos falando do poodle da sua tia que “dá a patinha” quando quer um biscoito, mas de animais com habilidades extraordinárias, que humanos nem sonhariam em ter. Confira a nossa lista e sinta-se a vontade para contribuir nos comentários:
1 – Morcegos

Morcegos, além de serem os únicos mamíferos voadores, conseguem evitar obstáculos e capturar insetos no ar emitindo ganidos ultrassônicos e interpretando o eco das ondas sonoras, reconhecendo o ambiente através do som. Essa espécie de sonar também é usada pelos golfinhos.
2 – Tubarões

Nunca brinque de esconde-esconde com um tubarão – além do perigo mortal, você vai perder, com toda a certeza. Eles possuem células especiais no cérebro que são sensíveis aos campos de eletricidade gerados por outras criaturas. Essa habilidade é tão refinada em alguns tubarões que eles conseguem encontrar peixes se escondendo debaixo da areia.
3 – Serpentes venenosas

Órgãos sensíveis à temperatura localizados entre as narinas das cobras permitem que elas sintam o calor gerado pelos corpos de suas presas. Como há um em cada lado da cabeça, isso faz com que a cobra possa atacar com precisão mesmo em ambientes escuros.
4 – Beija-flores

Os olhos desses pássaros são “sintonizados” para freqüências de luz acima do que os humanos podem ver. Pássaros que, para nós, parecem ser de cores completamente apagadas são vistos com cores radiantes por beija-flores.
5 – Gatos

Os bichanos possuem uma membrana similar a um espelho no fundo de seus olhos, que os permite se mover e caçar na mais absoluta escuridão. Chamada de “tapetum lucidum”, a membrana reflete a luz que já foi absorvida pela retina, fazendo com que os olhos possam absorver duas vezes mais luz.

6 – Cobras
Quando você vê uma cobra mostrando a língua, ela está “cheirando” o ambiente. Ela usa a sua língua para coletar partículas no ar – a língua coberta é, então, levada ao céu da boca, onde órgãos especiais “analisam” essas partículas e processam os odores, transformando-os em sinais elétricos que são enviados para o cérebro.
7 – Mariposas
Para mariposas a música “Love is in the air” (o amor está no ar) faz muito sentido. Eles podem detectar sinais químicos no ar, chamados de feromônios, emitidos por indivíduos do sexo oposto em até 11 quilômetros de distância.
8 – Ratos
A maior parte dos ratos tem uma visão muito ruim, mas eles são compensados pelos seus bigodes. Eles usam os longos pêlos como pessoas cegas usam suas bengalas – analisando o terreno através das vibrações.
9 – Peixes da família Scianidae
Esses bichinhos “ouvem” usando o ar em suas bexigas. Elas conseguem detectar sons e vibrações e enviá-las a uma série de ossos no ouvido interno do peixe, células de lá enviam a informação para o cérebro.
10 – Pássaros migratórios
Muitos pássaros, especialmente aqueles que migram, usam o campo magnético da Terra para não se perder durante vôos longos. Os cientistas ainda não têm certeza da forma exata com que isso é feito, mas estudos recentes sugerem que os pássaros podem possuir uma forma de sinestesia que os faz ver as linhas magnéticas do planeta.
Fonte: MADI/hypescience

Os animais também possuem livre arbítrio


O homem, apesar das regras sociais e dos outros tipos de restrições, goza de livre arbítrio. Segundo pesquisadores, os animais também, desde as moscas até os mais evoluídos.
Claro que a ideia de “livre arbítrio” precisa ser redefinida. Entre os animais, o processo é semelhante, não idêntico.
Os animais têm sempre uma variedade de opções disponíveis para eles. Essas “escolhas” se encaixam numa probabilidade complexa. Entre os seres humanos, as escolhas são vistas como decisões conscientes. E nos animais?
Foi estabelecido há muito tempo que o “comportamento determinístico” – a ideia de que um animal provocado de tal forma vai reagir com a mesma resposta toda vez – não é uma descrição completa do comportamento animal.
Segundo os pesquisadores, mesmo os animais mais simples não são previsíveis. No entanto, a ausência de determinismo não sugere um comportamento completamente aleatório também – é por isso que a pesquisa mostra que o comportamento animal não é nem totalmente restrito, nem totalmente livre.
Experimentos com moscas revelaram que, embora o comportamento animal possa ser imprevisível, as respostas parecem vir de uma lista fixa de opções. Os cientistas acreditam que o livre arbítrio seja uma propriedade biológica, um traço de personalidade: o cérebro possui a liberdade de gerar comportamentos e opções.

O mecanismo exato pelo qual os cérebros de todos os animais produzem essa liberdade continua a ser uma questão sem resposta convincente.
Os pesquisadores utilizaram modelos matemáticos para simular a atividade do cérebro em um computador, descobrindo que o que funcionou melhor foi uma combinação de comportamento determinístico e um outro comportamento conhecido como estocástico (que parece aleatório, mas na verdade, segue um conjunto definido de probabilidades).
Essa “estocasticidade” mostra-se, por exemplo, em terremotos. Eles não podem ser previstos com precisão, mas ao longo do tempo se pode perceber que eles se encaixam perfeitamente em uma curva.
Tal como acontece com o comportamento animal, há uma ordem subjacente e a probabilidade de um processo que pode aparecer ao acaso. Segundo os pesquisadores, a probabilidade é a melhor descrição para a “livre escolha animal”, já que lidamos com a situação de que animais não pensam.
Ao pensar, os seres humanos têm todas as opções e, teoricamente, todas as opções têm a mesma probabilidade. Mas na vida real não é bem assim. Existem opções com probabilidades extremamente raras. Os pesquisadores também afirmam que os cérebros podem criar mecanismos que transtornem o elemento probabilístico do comportamento, dependendo da situação em mãos.
Os cientistas acreditam que o livro arbítrio animal seja resultado de uma evolução. A variabilidade que é inerente ao comportamento é um pré-requisito para a sobrevivência em um ambiente competitivo.

Ou seja, um predador não deve ser sempre capaz de adivinhar as ações de sua vítima, mas as ações não devem ser tão aleatórias que incluam opções ainda mais perigosas do que o predador.
No mundo da neurobiologia, a ideia tem certo apoio. Porém, são necessários mais resultados experimentais que correspondam aos modelos matemáticos.
Ainda assim, o debate sobre livro arbítrio é muito mais complexo, e a discussão atual não aborda temas como a consciência, as suas origens, ou se os animais a compartilham.
O livre-arbítrio, como descrito neste estudo, vem com um significado geral, um pré-requisito necessário, mas não está nem perto de ser suficiente para lidar com coisas como moralidade e responsabilidade. Ainda assim, lembram os cientistas, sem essa capacidade muito básica de escolher entre as opções, nós não teríamos que pensar em todas as outras coisas que vêm antes: consciência, educação, etc.
Fonte: MADI/hypescience

4 histórias de animais criminosos


Engana-se quem imagina que os furtos e assaltos estão limitados às grandes cidades. Estes 4 casos de animais criminosos a seguir vão te mostrar que suas chances de ter a bolsa ou a carteira roubadas por bichos selvagens no quintal de casa não são tão menores assim do que ser roubado por um ser humano no metrô de São Paulo:

4. O roubo da raposa (e do guaxinim)

Animais 1
A britânica Izzy Lachowicz, de 28 anos, estava na casa de um amigo para um churrasco quando uma raposa saltou do meio de alguns arbustos e fugiu com sua bolsa feita à mão, numa ação digna de um ladrão profissional.
O animal esperou que todos entrassem na casa para encher seus copos de bebida, antes de partir para o ataque. Como não houve testemunhas oculares, o roubo foi um completo mistério durante algum tempo.
No dia seguinte, Izzy encontrou sua bolsa parcialmente comida e daí se lembrou de ter visto uma raposa olhando ansiosamente para a bolsa durante a festa. Evidentemente, na hora Izzy não pôde perceber as segundas intenções do animal e nem deu bola para ele – que, mal sabia Izzy, já estava elaborando o furto.
No mesmo mês, uma mulher na cidade de Fort Myers, na Flórida (EUA), teve sua bolsa levada por um guaxinim enquanto assistia a uma tartaruga marinha reabilitada ser devolvida ao mar por biólogos em uma praia.

O guaxinim seguiu a moça e agarrou sua bolsa enquanto ela estava distraída com o drama da vida real da natureza que se desenrolava diante de seus olhos. No entanto, esse roubo animal não foi tão bem sucedido assim: na fuga, o bichinho só conseguiu chegar até uns arbustos antes de deixar a bolsa cair no chão. Provavelmente o guaxinim teve que se explicar à tartaruga por que o plano maligno combinado entre os dois não deu certo e todo o esforço da tartaruga foi em vão.

3. Um urso pardo rouba duas lixeiras

Animais 2
Os ursos têm problemas com sutileza. Afinal, é difícil se esconder quando você é uma besta das florestas que pesa 450 kg – e geralmente não há muita necessidade para tanto, uma vez que um urso pode rapidamente resolver a maioria das situações simplesmente sendo um urso.
Isso foi registrado recentemente por uma câmera de segurança na cidade de Colorado Springs (EUA). Nas filmagens, um urso pardo, em vez de calmamente remexer o lixo nos fundos de um restaurante para achar algo para comer, ele decidiu roubar todo o lixo.

Animais 2a

O esquema funcionou tão bem para o urso que, na noite seguinte, ele voltou e roubou a outra lixeira.
Animais 2b

2. Vizinhança atormentada por um gato cleptomaníaco

Animais 3
Na pequena cidade de Suffolk, no interior da Inglaterra, um gato siamês chamado Theo (abaixo) começou a invadir as casas da vizinhança e voltar para casa com pilhas de objetos roubados. A culpa dos saques naturalmente caía sobre seus donos, que tinham que responder pelos crimes do bichano.
Animais 3a
O contrabando incluía todo o tipo de lixo que você esperaria que um gato roubasse, tais como os brinquedos de outros gatos, estranhos projetos de arte de crianças, além de uma longa lista de itens cuja ausência foi realmente sentida por seus donos, como um carregador de celular e pacotes de batatas fritas.

Theo também furtou e levou para casa preservativos, numa provável tentativa de dizer aos seus proprietários que, se eles não conseguem controlar a onda de crimes de seu gato, é melhor nem tentarem criar uma criança.
A situação começou a ficar tão ruim que os donos do Theo fizeram uma página no Facebook só para postar fotos de todos os objetos roubados para que as vítimas dos furtos pudessem vê-los e reivindicá-los .
Aparentemente, tudo começou quando as crianças da vizinhança começaram a deixar que o Theo entrasse em suas casas, momento em que ele aproveitava para roubar tudo que quisesse bem na frente da criançada e bater em retirada. Talvez seja apenas uma questão de tempo antes que o noticiário dos Estados Unidos comece a publicar matérias sobre os perigos de confiar em gatos estranhos.

1. Os babuínos estão roubando tudo

Animais 4
Na cidade praiana de Betty’s Bay (Bettysbaai em africâner, a língua oficial local), no litoral sudoeste da África do Sul, os babuínos estão invadindo as casas das pessoas e simplesmente levando com eles o que bem quiserem.
Trata-se de um ataque muito bem planejado à casa de inocentes, em que um trio de “soldados” babuínos invadiu a cozinha e roubou um pouco de frango. Os primatas pareciam saber exatamente onde concentrar os esforços – o que sugere que o trio possuía informação privilegiadas sobre a cozinha e o frango que lá se encontrava.

Existem até vídeos dos babuínos escalando as paredes de um prédio residencial e assaltando as pessoas na rua, na maior cara-de-pau.
Animais 4b
Há informações de que os seres humanos têm se defendido com spray de pimenta e armas de paintball para tentar colocar um fim a este cenário que parece ser o pontapé inicial para a realidade do Planeta dos Macacos. Como represália, os babuínos passaram a furtar também roupas caras e objetos sentimentais inestimáveis.
Animais 4c
Portanto, na próxima vez em que você for ao zoológico e um macaco roubar sua pipoca, fique esperto! Esse pode ser só o começo…
Fonte: MADI/hypescience

10 incríveis histórias de irmãos gêmeos


Irmãos gêmeos sempre chamam a atenção. Quando são idênticos e estão de roupas iguais, todos os notam e os adoram. Alguns também trazem histórias bastante interessantes, seja por questões genéticas ou razões mais estranhas. Confira:

10. Quádruplos ou duas duplas de gêmeos

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Tessa Montavio estava com 10 semanas de gravidez quando descobriu que estava esperando gêmeos. Um pouco mais tarde, os médicos disseram que ela estava esperando trigêmeos. Eventualmente, eles acertaram quando foi revelado seriam quatro meninos. Mas não quadrigêmeos. Tessa estava grávida de dois conjuntos de gêmeos, um caso raro, com probabilidade de 70 milhões para um. Eles decidiram dar os nomes de Ace, Blaine, Cash e Dylan, seguindo a ordem alfabética. E o casal ainda pretende continuar tentando para ter uma menina.

9. Trocando de lugar

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Em 1994, a polícia prendeu Ronald depois que ele tentou estrangular sua mulher. O que os confundiu foi o fato de que Ronald já estava na prisão por um caso de maus-tratos. Acontece que seu irmão gêmeo Donald não achava que seu irmão seria capaz de lidar com a prisão e tinha tomado o seu lugar, pela quarta vez. Quando perguntado porque ele faria uma coisa dessas, ele disse que foi simplesmente por amor e preocupação por seu irmão. Donald também havia tomado o lugar de Ronald no exército nos anos 70, e chegou a ir até à Coréia em seu lugar.

8. Gêmeos pela metade

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Depois de dar à luz a gêmeos, em 2008, Mia Washington notou que eles pareciam muito diferentes um do outro. Ela decidiu fazer um teste de paternidade, que revelou que os gêmeos tinham pais diferentes. Mia tinha traído o marido e engravidou de dois homens em um intervalo de 48 horas. Isto significa que os dois meninos são gêmeos, mas também meio-irmãos. Mia ainda está com o marido, que decidiu tratar as duas crianças como suas. Outro casal, Wilma e Willem Stuart, descobriu que seus gêmeos concebidos através de fertilização in vitro também tinham pais diferentes. Alguns dos espermatozoides de Willem foram acidentalmente contaminados pelo esperma de outro homem no laboratório, e Wilma acabou engravidando dos dois. O homem foi localizado e disse que estava feliz, e permitiu que o seu filho fosse criado pelo Stuarts.

7. As irmãs Hwang

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Elas não são tecnicamente gêmeas, mas merecem fazer parte dessa lista. As irmãs Hwang, Suel, Seol, Sol, Mil são quadrigêmeas que nasceram em um hospital sul-coreano em 1989. O fato de serem quádruplas não é nada de muito surpreendente. O que traz essas quatro irmãs para a lista é que todas trabalham no mesmo lugar, um dos principais hospitais do Nordeste da Ásia, o mesmo em que nasceram. Em maio deste ano, Seul, Sol, Mil realizaram um casamento coletivo, com Seol ficando de fora por já ter se casado há um ano.

6. O casal robô

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Este foi o apelido dado pela população local de Yiwu, China, a um casal que passava 21 horas por dia em um restaurante, das 06h às 03h, trabalhando sem parar. Ou assim parecia. Como você já deve ter adivinhado, não há, de fato, apenas um casal. São dois homens, gêmeos idênticos, casados com duas mulheres, também gêmeas idênticas.

Eles trabalham em turnos diferentes para manter o restaurante aberto o maior tempo possível, levando a maioria dos clientes a acreditar que havia um supercasal que nunca dormia. A verdade só veio à tona depois de cerca de três anos, quando um dos gêmeos deu uma entrevista e falou sobre o assunto.

5. Gêmeas à distância

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Lily e Gillian são gêmeas que nasceram na China e foram separadas após serem colocado para adoção. Felizmente, os casais adotivos eram membros de um mesmo grupo de mensagem, e quando foram informados de que seus documentos tinham sido aprovados, todos postaram fotos online das crianças que estavam indo para suas casas. Muito em breve, eles perceberam que as meninas eram muito semelhantes e perguntaram a agência se não eram irmãs. A agência assegurou-lhes que este não era o caso, mas os novos pais decidiram realizar testes de DNA, que concluíram que as meninas eram definitivamente gêmeas. Felizmente, as duas famílias adotivas eram do Canadá, apesar de morarem a 400 quilômetros de distância. As famílias regularmente mantêm contato, e as meninas visitam uma a outra e conversam online todas as noites. Ao longo dos anos, os pais notaram semelhanças surpreendentes entre elas: ambas deram seus primeiros passos no mesmo dia, tiveram catapora ao mesmo tempo e se vestiram de bailarinas para Halloween.

4. Gêmeos reunidos

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Com quase 1,5 bilhão de pessoas, a China é o país mais populoso do mundo, o que torna esta história ainda mais incrível. Zeng Yong e Liu Yonggang foram colocados para adoção e separados em 1972. Zeng foi morar com uma família em Chengdu, enquanto Liu foi para Neijiang. Mais de 40 anos depois, um amigo de Zeng estava em Neijiang, onde avistou Liu entre os outros quatro milhões de pessoas que vivem lá. Ele achou a semelhança tão estranha que insistiu em promover um encontro entre os dois. Zeng voou 200 quilômetros de Neijiang para encontrar o homem, e ambos imediatamente perceberam que eram gêmeos. Depois do encontro, eles ainda conseguirem pesquisar e descobrir sua mãe biológica.

3. Aniversários diferentes

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Um dos pressupostos mais básicos sobre gêmeos é que eles têm o mesmo dia de aniversário. É claro que qualquer quantidade de pensamento sobre o tema vai fazer você perceber que eles podem nascer em dias separados. Seja porque eles nasceram por volta da meia-noite, ou um resolveu chegar um pouco mais cedo do que o outro – ambos podem acontecer. Mas, no ano passado, Maria Jones-Elliot de Waterford, Irlanda, deu a luz a duas meninas gêmeas com a maior diferença de aniversário de todos os tempos: 87 dias. A primeira menina, Amy, nasceu em 1 de junho, apenas cinco meses depois da gravidez. Ela tinha pouca chance de sobrevivência e foi colocada em uma incubadora, enquanto sua irmã permaneceu no ventre de sua mãe. Mas Katie também resolveu nascer um pouco mais cedo, na 36ª semana, em 27 de agosto. Ambas estão atualmente vivas e bem.

2. Eutanásia gêmea

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Gêmeos na Bélgica ganharam o direito à eutanásia perto do final do ano passado. Ambos nasceram surdos e tinham sido inseparáveis durante a maior parte de suas vidas. Eles trabalharam como sapateiros e viveram juntos. Os homens tomaram a decisão de serem sacrificados depois de descobrirem que estavam ficando cegos. Já surdos, nenhum deles podia suportar viver sem ver o outro. Eles faleceram em 14 de dezembro de 2012. Este caso causou muita polêmica no mundo todo, já que o suicídio assistido na Bélgica é normalmente disponível apenas para pacientes terminais.

1. Fetus in fetu


Sanju Bhagat era apenas um garoto normal, crescido em Nagpur, na Índia. Como qualquer pessoa, tinha inseguranças; especificamente, ele era um pouco redondo. Mas, em 1999, ele foi levado para o hospital. Os médicos temiam que ele tivesse um tumor enorme que estava fazendo pressão sobre seu diafragma, o que tornava difícil para ele respirar. Durante a operação, o cirurgião colocou a mão no abdômen de Sanju, e sentiu outra mão minúscula dentro: o gêmeo morto de Sanju. Esta é uma condição conhecida como fetus in fetu, e ocorre quando, no útero, um dos gêmeos é absorvido dentro do outro e pode sobreviver dentro de seu irmão como uma espécie de parasita. Normalmente, ambos os gêmeos morrem, mas o gêmeo maior, algumas vezes, pode sobreviver. Em casos raros, o gêmeo “interior” pode realmente sobreviver por um tempo depois que o gêmeo “exterior” nasce. No caso de Sanju, a dupla tinha sobrevivido, anexando-se diretamente a sua corrente sanguínea e, embora não fosse um ser humano consciente e funcional, continuou a crescer até que começou a prejudicar a saúde de Sanju. 
Fonte: MADI/hypescuence

Raríssimo cervo de duas cabeças é encontrado em Minnesota


Um filhote de veado de duas cabeças foi encontrado morto em uma floresta do Minnesota em 2016. O animal foi congelado até que pudesse ser pesquisado da melhor forma possível, por isso a história só veio à tona dois anos depois.
“É incrível e extremamente raro”, diz o especialista em cervos Gino D’Angelo, da Universidade de Georgia (EUA), que estudou a pequena carcaça. “Nem podemos estimar a raridade disso. Entre os milhões de filhotes de veados nascidos anualmente nos EUA, há provavelmente anormalidades que acontecem na natureza mas nós não ficamos sabendo”, diz ele.
O filhote de duas cabeças encontrado em 2016 era na verdade dois fetos unidos pelo corpo. Esses são os primeiros gêmeos conhecidos que passaram pela gestação toda. Todos os outros casos de gêmeos siameses só foram observados dentro do útero.
Gêmeos conectados são mais comuns em animais domésticos, como gatos, carneiros e vacas. Entre apenas 19 casos de gêmeos siameses selvagens conhecidos na literatura científica entre os anos de 1671 e 2006, apenas 5 eram de cervos.
Os gêmeos foram encontrados limpos e secos, recém-nascidos, mas já sem vida. Eles foram enviados para o Departamento de Recursos Naturais de Minnesota para serem congelados e estudados. A equipe realizou uma necropsia completa, ressonância magnética e tomografia computadorizada.
Eles observaram que os filhotes tinham um corpo, mas a espinha dorsal se dividia em dois no tórax. Havia dois pescoços e duas cabeças separadas. Os pulmões, quando colocados na água, afundaram, o que significa que eles nunca respiraram ar e que os filhotes nasceram mortos.

A anatomia mostra que não havia como esses filhotes sobreviverem, já que havia dois sistemas digestivos mas apenas um estava conectado ao ânus. Havia dois corações e dois baços, mas apenas um fígado malformado.
“A anatomia indica que os filhotes não seriam viáveis. Mas eles foram encontrados bem cuidados pela mãe e em uma posição natural, sugerindo que a mãe tentou cuidar deles depois do nascimento. O instinto materno é muito forte”, diz D’Angelo.
Os filhotes serão expostos na central do Departamento de Recursos Naturais de Minnesota em St. Paul, Minnesota, para quem quiser vê-los de perto. Um artigo científico relatando as observações foi publicado na revista The American Midland Naturalist.
Fonte: MADI/hypescience

sábado, 12 de maio de 2018

Veja quais são as duas drogas que mais ameaçam a saúde humana


Uma revisão científica publicada na revista Addiction compilou os melhores e mais atualizados dados sobre álcool, tabaco, drogas ilícitas e suas consequências na saúde humana. Estimativas globais sugerem que um em cada sete adultos (15,2%) fumam tabaco e que um em cada cinco adultos usaram álcool de forma pesada pelo menos uma vez no mês anterior à participação da pesquisa.
Com título de “Estatísticas globais sobre uso de álcool, tabaco, e drogas ilícitas: relatório de status 2017”, o trabalho usou dados majoritariamente vindos da Organização Mundial da Saúde, Escritório das Nações Unidas de Crime e Drogas, e Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde.
Comparado com o resto do mundo, a Europa registrou consumo alto de álcool per capita e maior porcentagem de consumo pesado entre quem bebe. Em contraste, o uso de drogas ilícitas era menos comum. A estimativa é que menos do que uma em cada 20 pessoas consumiram cannabis ano anterior ao estudo, e uma estimativa ainda menor foi feita para uso de frogas pesadas como anfetaminas, opiodes e cocaína.
As regiões do mundo em que as pessoas mais consumiram drogas pesadas foram Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Esses dois últimos países tiveram a prevalência mais alta de dependência em anfetamina (491,5 pessoas a cada 100 mil), além de maior dependência de maconha, opioide e cocaína (693, 509 e 160 por 100 mil pessoas, respectivamente).
O Brasil não entrou nesta pesquisa por falta de dados disponíveis aos pesquisadores, ao lado da África, Caribe, Ásia e América Latina em geral. Os autores do estudo alertam que estas áreas precisam melhorar o monitoramento do uso de drogas com urgência por estarmos correndo sérios riscos de explosão no consumo dessas substâncias, o que causa alto número de mortes.
Os autores também acreditam que reunir todos estes dados em um único trabalho pode facilitar o acesso por vários governos, para que possam desenvolver melhores políticas de combate ao abuso de substâncias.
Fonte: MADI/hypescience

Ela perdeu uma orelha em um acidente e cresceu outra no seu antebraço


Shamika Burrage sobreviveu a um acidente de carro grave há dois anos, mas perdeu algo muito importante: sua orelha esquerda.
Agora, graças a um procedimento incomum realizado em um centro médico do exército americano, Burrage ganhou uma orelha nova – e não artificial.

O procedimento

Cirurgiões plásticos colheram cartilagem das costelas de Burrage para criar uma nova orelha para a soldada, fazendo-a crescer sob a pele de seu antebraço. Então, transplantaram-na com sucesso na cabeça da mulher.
Essa é a primeira vez que a técnica é realizada por médicos do exército. O procedimento foi conduzido pelo coronel Owen Johnson III, chefe de cirurgia plástica e reconstrutiva do Centro Médico do Exército William Beaumont, em El Paso.
Uma das grandes vantagens desse método é que ele reduz a chance de mais cicatrizes em torno do ouvido de Burrage. Além disso, o crescimento sob a pele do antebraço permite a formação de novos vasos sanguíneos.
“(A orelha) terá artérias frescas, veias frescas e até mesmo um nervo fresco para que ela possa senti-la”, disse Johnson.

O acidente

Burrage, uma soldada de 21 anos, ainda terá que passar por mais duas cirurgias, mas está se sentindo otimista sobre o futuro pela primeira vez desde o acidente.
Em 2016, enquanto dirigia para Fort Bliss depois de uma visita a sua família no Mississippi, o pneu de seu carro estourou. Burrage tinha uma passageira – sua prima.
O veículo deslizou cerca de 200 metros, depois capotou várias vezes até Burrage ser ejetada. Sua prima sofreu apenas ferimentos leves, mas a soldada teve lesões na cabeça, fraturas na coluna e perdeu a orelha esquerda.
Mais tarde, os médicos disseram à Burrage que ela teria sangrado até a morte se mais 30 minutos tivessem se passado antes dela receber atenção médica.

A alternativa

Burrage tinha se conformado a viver com uma orelha protética, mas não gostava de sua aparência.
Assim, decidiu procurou outras opções através de cirurgia plástica. Quando Johnson e outros doutores do centro médico propuseram crescer uma orelha nova no seu antebraço, a ideia de início a chocou.

“Eu não queria fazer (a reconstrução), mas pensei um pouco e cheguei à conclusão de que poderia ser uma coisa boa”, disse.
Segundo Johnson, quando o procedimento estiver finalizado, Burrage deve ter sensação normal na orelha. “E, em cinco anos, se alguém a conhecer, não notará [que é uma reconstrução]”, afirmou. Fonte: MADI/hypescience