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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Skate flutuante: Lexus cria hoverboard que supostamente funciona

tecnologia hoverboard levitacao
Quando se trata de hoverboards, queremos desesperadamente acreditar que eles são possíveis. Afinal, 2015 está aqui, e não se parece nada com o amanhã previsto em “De Volta para o Futuro 2”. Por que não temos skates flutuantes até agora? Mundo injusto!
A marca de carros de luxo Lexus pretende mudar isso. Eles lançaram um vídeo – na verdade, basicamente um teaser – que sugere o desenvolvimento de um hoverboard que realmente funciona.

Nada novo

Essa não é a primeira vez que alguém tenta criar um verdadeiro skate flutuante. Modelos anteriores geralmente contaram com ímãs superfortes para permanecer no ar. Mas quanto mais peso você adiciona ao skate, mais frios e fortes esses ímãs precisam ser.
A Lexus reivindica que sua prancha usa supercondutores resfriados com nitrogênio líquido e ímãs permanentes para suportar uma pessoa, daí a névoa saindo do skate. A tecnologia não é nova: chamada de levitação magnética, permite que o hoverboard se movimente sem atrito.
Tudo parece muito incrível, mas… Há uma série de problemas que nos fazem crer que não teremos um Lexus Hoverboard nas prateleiras das lojas ainda esse ano.

Problemas

Primeiro, a empresa não deu nenhum detalhe sobre o produto, a não ser que usa levitação magnética, tecnologia que não é surpresa para ninguém.
tecnologia hoverboard levitacao 2
As únicas coisas sólidas ditas sobre a fabricação da prancha é que ela está em desenvolvimento há mais de 18 meses por equipes na Alemanha e na Inglaterra, e atualmente está sendo testada por um skatista profissional em Barcelona, na Espanha.
Além disso, dispositivos baseados em supercondutores só funcionam em superfícies magnéticas especiais, e o hoverboard da Lexus parece estar flutuando no concreto – como assim?
Talvez seja por isso que o vídeo não mostre ninguém de fato andando no skate, embora a Lexus tenha prometido mais vídeos do produto sendo testado, no futuro. A nós, só resta nunca perder as esperanças. 
Fonte: hypescience

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