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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Graffiters que foram colhidos por comboio participavam em desafio

A PSP do Porto está a investigar o caso com apoio das autoridades espanholas.



Os três jovens que ontem morreram colhidos por comboio na Maia cumpriam um desafio habitual entre graffiters: pintar carruagens o mais depressa possível, entre paragens do comboio nas estações, filmar e partilhar nas redes sociais.

Segundo o Jornal de Notícias (JN), trata-se de uma prática internacionalmente conhecida por ‘backjump’, identificado há alguns anos.
Terá sido esse o motivo que levou dois espanhóis, de 18 e 20 anos, e um português de 18 anos a grafitar o comboio que fazia a ligação entre a estação de Campanhã, no Porto, e a da Régua, no apeadeiro de Águas Santas-Palmilheira.
Apesar de esta estação ter sido renovada há cerca de um ano, os passageiros queixam-se da falta de segurança e continua a ser possível atravessar a linha a pé.
Devido à prática do ‘backjump’, a CP gasta 300 mil euros por ano em limpezas.
Fonte: NM

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