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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Nuvem de extintor pode ter tapado visão de graffiters

Os três jovens morreram colhidos por comboio na estação de Águas Santas, na Maia.



Continuam a surgir novas informações sobre o que terá estado na origem da morte de três jovens - dois espanhóis e um português - na noite da passada segunda-feira.

O jovem português de 18 anos e os dois espanhóis, de 17 e 20 anos, foram colhidos mortalmente por um comboio que passou a cerca de 120 quilómetros/hora. Os jovens estariam no local não só a fazer graffitis, mas a fazê-lo em modo desafio - o backjump, que consiste em pintar o mais rapidamente possível carruagens que estão paradas na estação.
O Jornal de Notícias adianta hoje que a nuvem de pó de um extintor que foi usado por um revisor para afugentar os jovens poderá ter tapado a visão, não só aos jovens mas ao próprio revisor - o que terá contribuído para o trágico acidente.
Entretanto, dado o mediatismo do caso, as autoridades estão a procurar resolver a investigação o mais cedo possível. Há um inquérito-crime aberto e a polícia já chamou duas testemunhas, que tinham revelado à imprensa o uso do extintor. A polícia espanhola já terá falado também com o s dois outros jovens espanhóis que estavam no local na altura da morte dos três jovens.
Saliente-se que ontem foi enterrado, em Matosinhos (na imagem), João Pedro, o jovem graffiter português colhido mortalmente.
Fonte: NM

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