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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

"São necessárias medidas adicionais para cumprir meta do défice"

Governantes estiveram reunidos em Conselho de Ministros. No final, o ministro das Finanças falou aos jornalistas



"São necessárias medidas adicionais para cumprir a meta do défice" abaixo dos 3% em 2015, anunciou o ministro das Finanças, no final do Conselho de Ministros. Só assim o país poderá sair este ano do procedimento por défices excessivos instaurado pela União Europeia.

No encontro marcado pela preparação do Orçamento do Estado para 2016, ficou decidido que deve haver uma “contenção do lado da despesa”, feita nomeadamente através do adiamento de “compromissos financeiros não urgentes”, da redução das verbas para as administrações públicas em 46 milhões de euros e do descongelamento das cativações.
Em conferência de imprensa, Mário Centeno assumiu o “compromisso de entregar o draft do OE até ao final do ano em Bruxelas e as grandes opções do plano na primeira quinzena de janeiro”.
 Meta para 2016 fixada nos 2,8%
Já no que toca ao ano 2016, o Governo decidiu manter o objetivo de alcançar um défice orçamental de 2,8% do PIB.
"A forma como elaborámos o exercício orçamental que sustenta o Programa de Governo partia de uma estimativa para o défice em 2015 próxima do objetivo que nós neste momento queremos alcançar, que são os 3%, e com isso a saída do Procedimento de Défices Excessivos", afirmou hoje Mário Centeno.
O ministro das Finanças respondia aos jornalistas na habitual conferência de imprensa que se segue à reunião do Conselho de Ministros, quando questionado sobre se um défice de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano compromete o objetivo do Governo de alcançar um défice de 2,8% em 2016.
"Esta meta que agora nos propomos [3%] não tem, não traz nenhuma perturbação às medidas a incluir no Orçamento de 2016", afirmou o governante.
Fonte: NM

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