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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Com contratações descongeladas, Estado vai recrutar jovens

Só no ano de 2015 a Função Pública perdeu cerca de 15 mil pessoas, que se aposentaram.

Depois de anos marcados por saídas na Função Pública, as contratações no Estado foram descongeladas.
Entre aposentações e a não contratação, o Estado foi diminuindo o número de funcionários públicos. O descongelamento das contratações permite agora reforçar sectores mas o critério poderá ser apertado.
Ao Diário de Notícias, uma fonte do ministério das Finanças salientou que as futuras contratações estarão sujeitas a "avaliação rigorosa e criteriosa das necessidades, da fixação de prioridades e da gestação previsional".
Com esta nova diretiva, há caminho aberto para o reforço de setores onde há mais queixas de falta de pessoas, como é o caso de áreas da Justiça e Saúde, mas também a área Social.
A prioridade passa por contratar jovens licenciados e há uma outra novidade, de que o mesmo jornal dá conta: os futuros recrutamentos implicam a vinculação à Administração Pública e não a um serviço específico.
Recorde-se que esta é mais uma das medidas que irá ter impacto nos serviços do Estado. Entretanto, ao longo do ano será também reposto o horário das 35 horas.
A FESAP — Federação dos Sindicatos da Administração Pública chegou a fazer um pré-aviso de greve, para pressionar o Executivo a repor as 35 horas de trabalho semanal o quanto antes. Entretanto, a FESAP desistiu da greve mas já fez saber que quer que o Orçamento do Estado para 2016) descongele as progressões nas carreiras.
De referir ainda que entre 2011 e 2015 a Administração Pública foi reduzida consideravelmente: saíram cerca de 78 mil pessoas, uma redução na ordem dos 10%.
Fonte: NM


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