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sábado, 12 de maio de 2018

Veja quais são as duas drogas que mais ameaçam a saúde humana


Uma revisão científica publicada na revista Addiction compilou os melhores e mais atualizados dados sobre álcool, tabaco, drogas ilícitas e suas consequências na saúde humana. Estimativas globais sugerem que um em cada sete adultos (15,2%) fumam tabaco e que um em cada cinco adultos usaram álcool de forma pesada pelo menos uma vez no mês anterior à participação da pesquisa.
Com título de “Estatísticas globais sobre uso de álcool, tabaco, e drogas ilícitas: relatório de status 2017”, o trabalho usou dados majoritariamente vindos da Organização Mundial da Saúde, Escritório das Nações Unidas de Crime e Drogas, e Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde.
Comparado com o resto do mundo, a Europa registrou consumo alto de álcool per capita e maior porcentagem de consumo pesado entre quem bebe. Em contraste, o uso de drogas ilícitas era menos comum. A estimativa é que menos do que uma em cada 20 pessoas consumiram cannabis ano anterior ao estudo, e uma estimativa ainda menor foi feita para uso de frogas pesadas como anfetaminas, opiodes e cocaína.
As regiões do mundo em que as pessoas mais consumiram drogas pesadas foram Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Esses dois últimos países tiveram a prevalência mais alta de dependência em anfetamina (491,5 pessoas a cada 100 mil), além de maior dependência de maconha, opioide e cocaína (693, 509 e 160 por 100 mil pessoas, respectivamente).
O Brasil não entrou nesta pesquisa por falta de dados disponíveis aos pesquisadores, ao lado da África, Caribe, Ásia e América Latina em geral. Os autores do estudo alertam que estas áreas precisam melhorar o monitoramento do uso de drogas com urgência por estarmos correndo sérios riscos de explosão no consumo dessas substâncias, o que causa alto número de mortes.
Os autores também acreditam que reunir todos estes dados em um único trabalho pode facilitar o acesso por vários governos, para que possam desenvolver melhores políticas de combate ao abuso de substâncias.
Fonte: MADI/hypescience

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